quinta-feira, 30 de setembro de 2010


Dou tempo ao tempo, seguro as palavras, mantenho o controle. Poderia te perguntar a qualquer momento o mesmo que te perguntei há alguns meses, esperando igualmente esperançosa por uma resposta que nunca veio. Não foi o que eu esperava. Queria terminar aquela conversa com um sorriso nos lábios e o coração leve, preenchido apenas pelo maior dos amores; tudo que você me deu foi uma sombra no rosto e motivos pra não desejar nunca mais sua imagem tomando conta dos meus sonhos.
Mas eu perguntaria. Mais uma vez, eu perguntaria quem era aquela que tanto te fez mudar, a dona do seu suspiro mais distante, aquela que te incomodava, por quem você sofria, a quem você escreveu versos de músicas que ela não conhecia, seu último pensamento antes de fechar os olhos e adormecer. Como eu queria que sua resposta fosse diferente. Você não disse meu nome na primeira vez. Agora, eu queria muito acreditar que você mentiu. Queria que você olhasse nos meus olhos e confessasse que não foi sincero, queria que tivesse medo de me perder, que fizesse de tudo pra não me deixar escapar, não agora que pode contar as batidas do meu coração por outro alguém.
Já não sei o que fazer. Se por um lado começo a seguir em frente guiada por outras mãos, por outro estou presa a algum lugar em que sua voz insiste em ecoar, onde sei que é quase impossível te esquecer.

3 comentários:

  1. Poderia te perguntar a qualquer momento o mesmo que te perguntei há alguns meses, esperando igualmente esperançosa por uma resposta que nunca veio. don't

    e pare de escrever assim, tá? rs

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  3. Lari disse...

    Por isso eu agradeço por um desses anjos ter caído na minha vida.
    Te adoro, migs *--*

    se tem alguém que ama alguém aqui, sou eu que te ama, hahaha s2

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